Topiramato 50mg 60 Comprimidos Revestidos

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Descrição completa do produto

Registro MS : 1565100310011

Código de barras : 7898927562298

Princípio ativo : TOPIRAMATO

Fabricante : ZYDUS

Bula do produto

topiramato
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda.
Comprimido revestido
25 mg, 50mg e 100 mg
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
topiramato
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
topiramato
"Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999".
APRESENTAÇÃO
Comprimidos revestidos de 25 mg, 50 mg e 100 mg de topiramato em embalagens com 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de 25 mg contém:
topiramato.............................................................................................................................. 25 mg
excipientes (*) q.s.p ................................................................................... 1 comprimido revestido
(*) excipientes: celulose microcristalina, lactose, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de
silício e opadry branco (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol e polissorbato 80).
Cada comprimido revestido de 50 mg contém:
topiramato.............................................................................................................................. 50 mg
excipientes (*) q.s.p ................................................................................... 1 comprimido revestido
(*) excipientes: celulose microcristalina, lactose, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de
silício e opadry amarelo (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido férrico amarelo e polissorbato 80).
Cada comprimido revestido de 100 mg contém:
topiramato.............................................................................................................................. 100 mg
excipientes (*) q.s.p ................................................................................... 1 comprimido revestido
(*) excipientes: celulose microcristalina, lactose, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de
silício e opadry amarelo (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido férrico amarelo e polissorbato 80).
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
topiramato é indicado em monoterapia tanto em pacientes com epilepsia recentemente diagnosticada como em
pacientes que recebiam terapia adjuvante e serão convertidos à monoterapia.
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topiramato é indicado, para adultos e crianças, como adjuvante no tratamento de crises epilépticas parciais,
com ou sem generalização secundária e crises tônico-clônicas generalizadas primárias.
topiramato é indicado, também, para adultos e crianças como tratamento adjuvante das crises associadas à
Síndrome de Lennox-Gastaut.
topiramato é indicado, em adultos, como tratamento profilático da enxaqueca. O uso de topiramato para o
tratamento agudo da enxaqueca não foi estudado.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
topiramato é um medicamento anticonvulsivante, com múltiplos mecanismos de ação, eficaz no tratamento da
epilepsia e na profilaxia da enxaqueca. O topiramato influencia vários processos químicos no cérebro,
reduzindo a hiperexcitabilidade de células nervosas, que pode causar crises epilépticas e crises de enxaqueca.
Para o tratamento em pacientes recém-diagnosticados com epilepsia que só tomam topiramato ou que
passarão a tomar somente topiramato, o efeito terapêutico foi observado dentro de 2 semanas de tratamento.
Na terapia associada a outros medicamentos em adultos e crianças com convulsões parciais ou
generalizadas tônico-clônicas, o efeito terapêutico foi observado nas primeiras quatro semanas de
tratamento.
Para a prevenção de enxaqueca em adultos, o efeito terapêutico foi observado dentro do primeiro mês após
início do tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve tomar topiramato se você for alérgico a qualquer ingrediente do produto. Não deve ser
administrado durante a gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Avise seu médico sobre problemas de saúde ou alergias que você tem ou teve no passado.
Informe ao seu médico se você tem ou teve pedras nos rins. Ele deverá recomendar que você ingira muito
líquido enquanto estiver se tratando com topiramato. Informe seu médico se você apresentar problemas de
visão e/ou dor nos olhos.
Interrupção do tratamento com topiramato
Nos pacientes com ou sem histórico de crises epilépticas ou epilepsia, as drogas antiepilépticas incluindo o
topiramato devem ser gradativamente descontinuadas, para minimizar a possibilidade de crises epilépticas ou
aumento da frequência de crises epilépticas.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Verifique sempre se você tem a
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quantidade necessária de comprimidos e nunca deixe que faltem.
Nas situações onde a retirada rápida de topiramato é por solicitação médica, seu médico deverá realizar
monitoração apropriada.
Insuficiência renal
A principal via de eliminação do topiramato inalterado e seus metabólitos é através dos rins. A eliminação
pelos rins é dependente da função renal e independe da idade. Pacientes com insuficiência renal moderada ou
severa podem levar de 10 a 15 dias para atingir as concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, em
comparação com o período de 4 a 8 dias, observado em pacientes com função renal normal.
Em todos os pacientes, a titulação da dose deverá ser orientada pelo resultado clínico (isto é, controle das
crises, evitando efeitos colaterais), considerando-se que pacientes sabidamente portadores de insuficiência
renal poderão precisar de um tempo mais longo para alcançar o estado de equilíbrio, a cada dose.
Informe ao seu médico se você tem ou teve problemas renais.
Hidratação
Diminuição e ausência da transpiração foram reportadas em associação com o uso de topiramato. A
diminuição da transpiração e o aumento da temperatura corpórea podem ocorrer especialmente em crianças
jovens expostas ao calor.
A hidratação adequada durante o uso de topiramato é muito importante. A hidratação pode reduzir o risco de
pedras nos rins. Ingerir líquidos antes e durante atividades como exercícios físicos ou exposição a
temperaturas elevadas pode reduzir o risco de eventos adversos relacionados ao calor.
Transtornos do humor / Depressão
Um aumento na incidência de transtornos do humor e depressão tem sido observado durante o tratamento com
topiramato. Informe ao seu médico se você apresentar alterações de humor ou depressão.
Ideação suicida / suicídio
O uso de medicamentos para tratar a epilepsia, inclusive topiramato, aumenta o risco de pensamentos ou
comportamentos suicidas em pacientes que utilizam estes medicamentos para qualquer indicação. O
mecanismo para este risco não é conhecido.
Se em algum momento você tiver pensamentos ou comportamentos suicidas, entre em contato com seu
médico imediatamente.
Cálculos renais (nefrolitíase)
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Alguns pacientes, especialmente aqueles com predisposição à formação de cálculos renais, podem ter risco
aumentado de formação de cálculo renal e sinais e sintomas associados, tais como cólica renal, dor renal e dor
em flanco (dor na lateral do abdômen).
Fatores de risco de cálculos renais incluem antecedentes de cálculo renal, histórico familiar de nefrolitíase e
hipercalciúria (nível elevado de cálcio na urina) (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento –
Acidose metabólica”). Nenhum desses fatores de risco pode antecipar com certeza a formação de cálculo
durante tratamento com topiramato. Além disso, pacientes utilizando outros medicamentos associados à
possibilidade de ocorrência de nefrolitíase podem ter um risco aumentado.
Informe ao seu médico se você tem ou teve pedras nos rins, ou se há histórico familiar de cálculo renal.
Insuficiência hepática
topiramato deve ser administrado com cuidado em pacientes com insuficiência hepática, uma vez que a
depuração do topiramato pode estar reduzida neste grupo de pacientes.
Miopia aguda e glaucoma agudo de ângulo fechado secundário
Uma síndrome consistindo de miopia aguda associado com glaucoma de ângulo fechado secundário tem sido
relatada em pacientes em uso de topiramato. Os sintomas incluem início agudo de redução da acuidade visual
e/ou dor ocular. Achados oftalmológicos podem incluir miopia, redução da câmara anterior, hiperemia ocular
(vermelhidão) e aumento da pressão intraocular. Midríase (dilatação da pupila) pode ou não estar presente. Os
sintomas ocorrem, caracteristicamente, no primeiro mês após do início do tratamento com topiramato. Ao
contrário do glaucoma de ângulo fechado primário, que é raro em pessoas com menos de 40 anos, o glaucoma
de ângulo fechado secundário associado com topiramato tem sido relatado tanto em pacientes pediátricos
como adultos. O tratamento inclui a interrupção do topiramato, o mais rápido possível de acordo com a
avaliação do médico, e medidas apropriadas para reduzir a pressão intraocular. Estas medidas geralmente
resultam na redução da pressão intraocular. Elevada pressão intraocular de qualquer natureza, se não for
tratada, pode acarretar em graves sequelas, incluindo perda permanente da visão. Informe seu médico se você
apresentar problemas de visão, redução da acuidade visual, miopia, vermelhidão e/ou dor nos olhos.
Alterações no campo visual
Alterações no campo visual têm sido relatadas em pacientes que receberam topiramato, independente da
pressão intraocular elevada. Em estudos clínicos, a maioria destas alterações foram reversíveis após a
interrupção do tratamento com topiramato. Se ocorrerem problemas visuais durante qualquer momento do
tratamento com topiramato, você deve entrar em contato com seu médico, pois ele decidirá se é necessário
interromper o tratamento.
Acidose metabólica
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Hipercloremia (aumento de cloro no sangue), hiato não aniônico, acidose metabólica (isto é, redução do
bicarbonato sérico abaixo do intervalo de referência normal na ausência de alcalose respiratória) estão
associados ao tratamento com topiramato. A redução no bicarbonato ocorre geralmente no início do
tratamento, mas pode ocorrer ao longo da duração do tratamento.
A acidose metabólica crônica não tratada, situação em que o pH do sangue se torna ácido, pode aumentar o
risco de nefrolitíase (pedras nos rins) ou nefrocalcinose (depósitos de cálcio nos rins) [vide “O que devo saber
antes de usar este medicamento? - Cálculos renais (nefrolitíase)”].
Dependendo das condições de base, recomenda-se avaliação adequada, incluindo níveis de bicarbonato sérico,
durante o tratamento com topiramato. Se a acidose metabólica (acidez do sangue) ocorrer e persistir, deve-se
considerar redução da dose ou interrupção do topiramato (usando redução gradual da dose).
Hiperamonemia e encefalopatia
Hiperamonemia (aumento da amônia no sangue) com ou sem encefalopatia foi relatada no tratamento com
topiramato (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). O risco para hiperamonemia com
topiramato parece estar relacionado à dose. A hiperamonemia foi relatada com mais frequência quando o
topiramato foi utilizado concomitantemente ao ácido valproico (vide “Interações medicamentosas”).
Os sintomas clínicos de encefalopatia hiperamonêmica muitas vezes incluem alterações agudas no nível de
consciência e/ou da função cognitiva com letargia. Na maioria dos casos, a encefalopatia hiperamonêmica
desaparece com a descontinuação do tratamento. Em pacientes que desenvolvem letargia inexplicável, ou
alterações no estado mental associadas à monoterapia com topiramato ou terapia adjuvante, recomenda-se que
o médico considere encefalopatia hiperamonêmica e medição dos níveis de amônia.
Suplementação nutricional
Informe seu médico se você perder peso durante o tratamento com topiramato, para que ele possa considerar a
suplementação da dieta ou o aumento da ingestão de alimentos.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
topiramato age sobre o sistema nervoso central, podendo produzir sonolência, tontura ou outros sintomas
relacionados. Isto pode causar distúrbios visuais e/ou visão turva. Tais reações adversas podem ser
potencialmente perigosas para pacientes dirigindo veículos ou operando máquinas.
Certifique-se de que o medicamento não altera seu estado de alerta antes de você dirigir, operar máquinas ou
executar tarefas que podem ser perigosas, caso você não esteja atento.
Gravidez e Amamentação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Seu médico
decidirá se você poderá tomar topiramato. Como qualquer outro anticonvulsivante, há um risco para o feto se
você estiver usando topiramato durante a gravidez. Informar ao médico se está amamentando.
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Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Interações medicamentosas
Avise seu médico a respeito de outros medicamentos que você esteja tomando, inclusive aqueles que você
comprou sem receita médica e quaisquer outros remédios ou suplementos dietéticos que você esteja usando.
É muito importante que seu médico saiba se você está tomando digoxina, anticoncepcionais orais,
metformina ou quaisquer outras drogas antiepilépticas, como fenitoína, carbamazepina, ácido valproico,
fenobarbital e primidona. Você também deve informá-lo caso ingira bebidas alcoólicas ou esteja tomando
drogas que diminuem a atividade do sistema nervoso (depressores do sistema nervoso central).
- Efeitos do topiramato sobre outras drogas antiepilépticas
A associação de topiramato a outras drogas antiepilépticas (fenitoína, carbamazepina, ácido valproico,
fenobarbital, primidona) não afeta suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, exceto,
ocasionalmente, em alguns pacientes, em que a adição de topiramato à fenitoína poderá resultar em aumento
das concentrações plasmáticas de fenitoína. Isto se deve possivelmente à inibição de uma enzima (CYP2C19)
que elimina a fenitoína do sangue. Consequentemente deverá ser realizada monitorização do nível plasmático
de fenitoína em qualquer paciente em tratamento com fenitoína que apresente sinais ou sintomas clínicos de
toxicidade.
- Efeitos de outras drogas antiepilépticas sobre topiramato
A fenitoína e a carbamazepina diminuem as concentrações plasmáticas do topiramato. A adição ou
descontinuação da fenitoína ou da carbamazepina ao tratamento com topiramato poderá requerer um ajuste de
dose deste último. A titulação da dose deverá ser realizada de acordo com o efeito clínico. Tanto a adição
quanto a retirada do ácido valproico não produzem mudanças clinicamente significativas nas concentrações
plasmáticas de topiramato e, portanto, não exigem ajuste da dose do topiramato. Os resultados destas
interações estão resumidos na tabela a seguir.
DAE coadministrada Concentração da DAE Concentração de topiramato
fenitoína ↔** ↓(48%)
carbamazepina ↔ ↓ (40%)
ácido valpróico ↔ ↔
lamotrigina ↔ ↔
fenobarbital ↔ NE
primidona ↔ NE
↔ = sem efeito sobre as concentrações plasmáticas (alteração ≤ 15%)
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** = concentrações plasmáticas aumentadas em alguns pacientes
↓ = diminuição das concentrações plasmáticas
NE = não estudado
DAE = droga antiepiléptica
- Outras interações medicamentosas
digoxina: Quando o topiramato for associado ou descontinuado em pacientes submetidos a tratamento com a
digoxina, recomenda-se atenção à monitoração rotineira e cuidadosa das concentrações no soro de digoxina.
anticoncepcionais orais: A possibilidade de redução da eficácia do contraceptivo e aumento no
sangramento de escape deve ser considerada em pacientes em uso de contraceptivos orais combinados e
topiramato. Informe seu médico se você faz uso de contraceptivos orais contendo estrogênios e apresentar
qualquer alteração em seus padrões menstruais. A eficácia contraceptiva pode ser reduzida, mesmo na
ausência de sangramento de escape.
lítio: Em voluntários saudáveis, foi observada uma redução (18% para ASC) na exposição sistêmica para o
lítio durante a administração concomitante com topiramato 200 mg/dia. Nos pacientes com transtorno bipolar,
a farmacocinética do lítio não foi afetada durante o tratamento com topiramato em doses de 200 mg/dia;
entretanto, foi observado aumento na exposição sistêmica (26% para ASC) depois de doses do topiramato de
até 600 mg/dia. Os níveis do lítio devem ser monitorados quando coadministrados com topiramato.
risperidona: os estudos de interação droga-droga conduzidos sob condições de dose única e múltipla em
voluntários saudáveis e em pacientes com transtorno bipolar atingiram resultados similares. Quando
administrado concomitantemente com topiramato em doses escalonadas de 100, 250 e 400 mg/dia houve uma
redução na exposição sistêmica (16% e 33% para ASC no estado de equilíbrio nas doses de 250 e 400 mg/dia,
respectivamente) de risperidona (administrada em doses variando de 1 a 6 mg/dia). Alterações mínimas na
farmacocinética do total de partes ativas (risperidona mais 9-hidróxirisperidona) e nenhuma alteração para 9-
hidróxirisperidona foram observadas. Não houve mudança clinicamente significativa na exposição sistêmica
do total de partes ativas da risperidona ou do topiramato; portanto, não é provável que esta interação tenha
significância clínica.
hidroclorotiazida: Um estudo de interação medicamentosa conduzido em voluntários sadios avaliou a
farmacocinética no estado de equilíbrio da hidroclorotiazida (25 mg a cada 24 horas) e do topiramato (96 mg
a cada 12 horas) quando administrados isolados ou concomitantemente. Os resultados deste estudo indicaram
que a Cmáx do topiramato aumentou 27% e a ASC aumentou 29% quando a hidroclorotiazida foi associada ao
topiramato. A significância clínica desta alteração é desconhecida. A associação de hidroclorotiazida ao
tratamento com topiramato pode precisar de um ajuste da dose do topiramato. A farmacocinética da
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hidroclorotiazida no estado de equilíbrio não foi influenciada significativamente pela administração
concomitante do topiramato. Os resultados laboratoriais clínicos indicaram redução no potássio sérico após
administração do topiramato ou da hidroclorotiazida, sendo maior quando a hidroclorotiazida e o topiramato
foram administrados em combinação.
metformina: Quando topiramato é administrado ou retirado em pacientes tratados com metformina, deve-se
dar atenção especial à monitorização rotineira para um controle adequado do diabetes.
pioglitazona: Quando topiramato é associado ao tratamento com pioglitazona ou pioglitazona é associada ao
tratamento com topiramato, deve-se dar atenção especial à monitorização rotineira dos pacientes para um
controle adequado do diabetes.
gliburida: Quando o topiramato é adicionado à terapia da gliburida ou a gliburida é adicionada a terapia do
topiramato, deve dar atenção especial à monitorização rotineira dos pacientes para um controle adequado do
diabetes.
Interação com álcool e depressores do SNC: Não houve avaliação nos estudos clínicos, da administração
concomitante de topiramato e álcool ou outras drogas depressoras do SNC.
Não tome bebidas alcoólicas durante o tratamento com topiramato pois a combinação dos dois pode provocar
sonolência e tontura.
- Outras Formas de Interação:
Agentes que predispõem ao cálculo renal (nefrolitíase):
topiramato pode aumentar o risco de nefrolitíase em pacientes em uso concomitante de outros agentes que
predispõem à nefrolitíase. Durante o tratamento com topiramato, tais agentes deverão ser evitados, uma vez
que eles criam um ambiente fisiológico que aumenta o risco de formação de cálculo renal.
ácido valproico: A administração concomitante do topiramato e do ácido valproico foi associada com
hiperamonemia (aumento da amônia no sangue) com ou sem encefalopatia nos pacientes que toleraram uma
ou outra droga isolada. Na maioria dos casos, os sintomas e os sinais cessaram com a descontinuação de uma
ou outra droga (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Esta reação adversa não é devido
a uma interação farmacocinética. Hipotermia, definida como queda não intencional da temperatura corpórea
para < 35º C, foi relatada em associação com o uso concomitante de topiramato e ácido valproico, ambos em
conjunto tanto na presença quanto na ausência de hiperamonemia. Esse evento adverso em pacientes usando
concomitantemente topiramato e valproato pode ocorrer após o início do tratamento com topiramato ou
após o aumento da dose diária de topiramato.
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Medicamentos anticoagulantes antagonistas de vitamina K: Respostas diminuídas do Tempo de
Protrombina/Razão Normalizada Internacional (TP/RNI) foram relatadas após administração concomitante de
topiramato com medicamentos anticoagulantes antagonistas de vitamina K. Monitore cuidadosamente a RNI
durante a administração concomitante de terapia com topiramato e medicamentos anticoagulantes
antagonistas de vitamina K.
Estudos adicionais de interação medicamentosa farmacocinética: Estudos clínicos foram conduzidos para
avaliar a farmacocinética potencial da interação medicamentosa entre o topiramato e outros agentes.
As alterações na Cmáx ou na ASC, como resultado das interações, estão descritas a seguir. A segunda coluna
(concentração do fármaco concomitante) descreve o que acontece com a concentração do fármaco
concomitante listado na primeira coluna quando topiramato é associado. A terceira coluna (concentração do
topiramato) menciona como a coadministração do fármaco listado na primeira coluna modifica a
concentração do topiramato.
Resumo dos resultados dos estudos adicionais de interação medicamentosa farmacocinética
Fármaco concomitante Concentração do fármaco
concomitantea
Concentração do topiramatoa
amitriptilina ↔
20% de aumento na Cmáx e na
ASC do metabólito nortriptilina
NE
di-hidroergotamina (oral e
subcutânea)
↔ ↔
haloperidol ↔
31% de aumento na ASC do
metabólito reduzido
NE
propranolol ↔
17% de aumento na Cmáx para 4-
hidróxipropranolol (50 mg de
topiramato a cada 12 horas)
9% e 16% de aumento na
Cmáx,
9% e 17% de aumento na ASC
(40 mg e 80 mg de propranolol
a cada 12 horas,
respectivamente)
sumatriptana (oral e
subcutâneo)
↔ NE
pizotifeno ↔ ↔
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a Os valores % são as variações na média da Cmáx ou ASC do tratamento em relação à monoterapia.
↔ = sem efeito sobre a Cmáx e ASC (alteração ≤ 15%) do componente originário.
NE = não estudado.
*DEA = desacetil diltiazem, DEM = N-demetil diltiazem.
b A ASC da flunarizina aumentou 14% em indivíduos com uso isolado de flunarizina. O aumento na exposição
pode ser atribuído ao acúmulo durante o estado de equilíbrio.
Interação com alimentos
topiramato pode ser tomado com ou sem alimentos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve conservar topiramato em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico
- Comprimidos revestidos brancos, redondos, biconvexos, e lisos na superfície: contém 25 mg de topiramato.
- Comprimidos revestidos amarelo-claro, redondos, biconvexos, e lisos na superfície: contém 50 mg de
topiramato.
- Comprimidos revestidos amarelo, redondos, biconvexos, e lisos na superfície: contém 100 mg de
topiramato.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
diltiazem 25% de diminuição na ASC do
diltiazem e 18% de diminuição na
DEA, e ↔ para DEM*
20% de aumento na ASC
venlafaxina ↔ ↔
flunarizina 16% de aumento na ASC (50 mg de
topiramato a cada 12 horas)b

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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em geral, topiramato deve ser tomado duas vezes ao dia. Contudo, seu médico poderá recomendar que você
tome o medicamento uma vez ao dia, ou em doses maiores ou menores.
Seu médico começará o tratamento com uma dose baixa, aumentando-a gradativamente, até atingir a dose
adequada ao controle de sua epilepsia. Tome os comprimidos com bastante água, sem parti-los, triturá-los ou
mastigá-los. Se preferir, você pode tomar topiramato junto às refeições. Se, acidentalmente, você tomar uma
dose muito grande de topiramato, procure imediatamente o seu médico.
Em crianças, o tratamento é iniciado com uma dose baixa que é aumentada gradativamente até atingir a dose
ótima para controle das crises epilépticas.
Para o controle ideal, tanto em adultos como em crianças, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose
baixa, seguida de titulação até uma dose eficaz.
Recomenda-se não partir os comprimidos.
Não é necessário monitorar as concentrações plasmáticas de topiramato para otimizar o tratamento com
topiramato. Raramente, o tratamento concomitante com fenitoína poderá exigir o ajuste de dose da fenitoína
para que resultados clínicos ótimos sejam alcançados. A adição ou retirada da fenitoína e da carbamazepina
do tratamento coadjuvante com topiramato poderá exigir o ajuste da dose do topiramato.
Topiramato pode ser administrado com ou sem alimentos.
▪ Tratamento adjuvante em epilepsia
Adultos
A dose mínima eficaz é 200 mg ao dia. Em geral, a dose total diária varia de 200 mg a 400 mg, dividida em
duas tomadas. Alguns pacientes eventualmente poderão necessitar de doses de até 1600 mg por dia, que é a
dose máxima. Recomenda-se que o tratamento seja iniciado com uma dose baixa, seguida por uma titulação
da dose até que se chegue à dose adequada.
O tratamento deve ser iniciado com 25 a 50 mg, administrados à noite, durante uma semana. Posteriormente,
a intervalos de 1 ou 2 semanas, a dose deverá ser aumentada de 25 a 50 mg/dia e dividida em duas tomadas.
A titulação da dose deverá ser orientada pelos resultados clínicos. Alguns pacientes poderão obter eficácia
com uma dose única diária.
Essas recomendações posológicas se aplicam a todos os pacientes adultos, incluindo idosos, desde que não
haja doença renal subjacente. Porém, nos pacientes sob tratamento com hemodiálise, há necessidade de uma
dose suplementar.
Crianças acima de 2 anos de idade
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A dose total diária de topiramato recomendada para crianças é de 5 a 9 mg/kg/dia, dividida em duas tomadas.
A titulação deve ser iniciada com 25 mg (ou menos, baseado na faixa de 1 a 3 mg/kg/dia) administrados à
noite, durante a primeira semana. Posteriormente, a dose deve ser aumentada em 1 a 3 mg/kg/dia (dividida em
duas tomadas), à intervalos de 1 ou 2 semanas, até alcançar uma resposta clínica ótima. A titulação de dose
deve ser orientada pela resposta clínica.
Doses diárias de até 30 mg/kg/dia foram bem toleradas nos estudos realizados.
▪ Monoterapia em epilepsia
Quando drogas antiepilépticas (AEDs) concomitantes são retiradas a fim de manter o tratamento com
topiramato em monoterapia, deve-se considerar os efeitos que isto pode ter sobre o controle das crises
convulsivas. Exceto por razões de segurança que exijam uma retirada abrupta das outras drogas
antiepilépticas, recomenda-se a descontinuação gradual com redução de aproximadamente um terço da dose a
cada 2 semanas.
Quando fármacos indutores enzimáticos são retirados, os níveis plasmáticos de topiramato irão aumentar.
Uma diminuição da dose de topiramato pode ser necessária, se for clinicamente indicado.
Adultos
A titulação da dose deve ser iniciada com 25 mg, administrado à noite, por uma semana. Então, a dose deve
ser aumentada em 25 ou 50 mg ao dia, a intervalos de 1 ou 2 semanas, dividida em duas tomadas. Se o
paciente for incapaz de tolerar o esquema de titulação, aumentos menores ou intervalos mais longos entre os
aumentos da dose podem ser usados. A dose e a velocidade de titulação devem ser orientadas pelo resultado
clínico.
Em adultos, a dose alvo inicial recomendada para o topiramato em monoterapia é de 100 mg/dia e a dose
diária máxima recomendada é 500 mg. Alguns pacientes com formas refratárias de epilepsia toleraram doses
de 1000 mg/dia de topiramato em monoterapia. Estas recomendações aplicam-se a todos os adultos, incluindo
idosos sem doença renal subjacente.
Crianças acima de 2 anos de idade
Em crianças acima de 2 anos de idade a dose inicial varia de 0,5 a 1 mg/kg, à noite, durante uma semana.
A seguir a dose deve ser aumentada em 0,5 a 1 mg/kg/dia à intervalos de 1 a 2 semanas, dividida em duas
tomadas. Se a criança for incapaz de tolerar o esquema de titulação da dose, aumentos menores ou intervalos
maiores entre os aumentos da dose podem ser usados. A dose e a velocidade da titulação devem ser orientadas
pelo resultado clínico.
A dose-alvo inicial recomendada para o topiramato em monoterapia em crianças é de 3 a 6 mg/kg/dia.
Crianças com crises de início parcial de diagnóstico recente receberam doses de até 500 mg/dia.
 Enxaqueca
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Adultos
O tratamento deve ser iniciado com 25 mg à noite durante 1 semana. A dose deve então ser aumentada em 25
mg/dia, uma vez por semana. Se o paciente for incapaz de tolerar o esquema de gradação, intervalos maiores
entre os ajustes de dose podem ser usados.
A dose total diária de topiramato recomendada na profilaxia de enxaqueca é 100 mg/dia, divididos em duas
tomadas. Alguns pacientes podem se beneficiar de uma dose diária total de 50 mg. Pacientes receberam dose
diária total de até 200 mg/dia. A dose e a velocidade de gradação devem ser orientadas pelo resultado clínico.
 Populações especiais
Insuficiência renal
Pacientes com insuficiência renal moderada e severa (CLCR <70 mL/min) podem necessitar de uma redução
de dose. É recomendada a administração de metade da dose usual de início e de manutenção.
Topiramato é removido do plasma por hemodiálise, uma dose suplementar de topiramato igual a
aproximadamente metade da dose diária deverá ser administrada nos dias de hemodiálise. Esta dose
suplementar deverá ser dividida em duas tomadas, ao início e ao término da hemodiálise. A dose suplementar
poderá ser ajustada dependendo das características do equipamento de diálise que estiver sendo utilizado.
Insuficiência hepática
O topiramato deve ser administrado com cautela em pacientes com insuficiência hepática.
Pacientes idosos: as doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de
ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que você se lembrar. Porém, se você estiver perto da
hora de tomar a próxima dose, não tome a dose que você esqueceu e continue o tratamento normalmente.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram
considerados razoavelmente associados ao uso de topiramato, com base na avaliação abrangente das
informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com o topiramato não
pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em
condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um
medicamento não podem ser diretamente comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros
medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica.
Dados de estudos clínicos
A segurança de topiramato foi avaliada a partir de um banco de dados de estudos clínicos composto de 4.111
pacientes (3.182 tratados com topiramato e 929 com placebo) que participaram de 20 estudos duplo-cegos e
2.847 pacientes que participaram de 34 estudos abertos, respectivamente, para o tratamento de convulsões
tônico-clônicas generalizadas primárias, convulsões de início parcial, convulsões associadas à síndrome de
Lennox-Gastaut, epilepsia ou enxaqueca de diagnóstico novo ou recente. As informações apresentadas neste
item foram obtidas a partir de dados agrupados.
A maioria das reações adversas foi de severidade leve a moderada.
Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo, de terapia adjuvante para epilepsia –
Pacientes adultos.
As reações adversas relatadas em ≥1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato em estudos duplocegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia são apresentadas na Tabela 1. As reações
adversas com incidência > 5% no intervalo de dose recomendado (200 a 400 mg/dia) em adultos em estudos
duplo-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia em ordem decrescente de frequência
incluíram sonolência, tontura, fadiga, irritabilidade, perda de peso, bradipsiquismo (lentificação do
pensamento), parestesia (formigamento), diplopia(visão dupla), coordenação anormal, náusea, nistagmo,
letargia, anorexia, disartria (dificuldade para falar), visão turva, diminuição do apetite, comprometimento de
memória e diarreia.
Tabela 1: Reações Adversas Relatadas por ≥ 1% dos Pacientes Adultos Tratados com o topiramato em
Estudos Duplo-Cegos, Controlados por Placebo de Terapia Adjuvante para Epilepsia.
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
topiramato
200-400 mg/dia
(N=354)
%
topiramato
600-1.000 mg/dia
(N=437)
%
Placebo
(N=382)
%
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Distúrbios do
Metabolismo e da
Nutrição
Anorexia 5,4 6,2 1,8
Diminuição do apetite 5,1 8,7 3,7
Transtornos
Psiquiátricos
Bradipsiquismo 8,2 19,5 3,1
Transtorno de linguagem
expressiva
4,5 9,4 1,6
Estado confusional 3,1 5,0 0,8
Depressão 3,1 11,7 3,4
Insônia 3,1 6,4 4,5
Agressão 2,8 3,2 1,8
Agitação 1,7 2,3 1,3
Raiva 1,7 2,1 0,5
Ansiedade 1,7 6,6 2,9
Desorientação 1,7 3,2 1,0
Humor alterado 1,7 4,6 1,0
Transtornos do Sistema
Nervoso
Sonolência 17,8 17,4 8,4
Tontura 16,4 34,1 13,6
Parestesia 8,2 17,2 3,7
Coordenação anormal 7,1 11,4 4,2
Nistagmo 6,2 11,7 6,8
Letargia 5,6 8,0 2,1
Disartria 5,4 6,2 1,0
Comprometimento da
memória
5,1 10,8 1,8
Distúrbio de atenção 4,5 11,9 1,8
Tremor 4,0 9,4 5,0
Amnésia 3,4 5,3 1,0
Distúrbio do equilíbrio 3,4 3,9 2,4
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Hipoestesia 3,1 5,9 1,0
Tremor intencional 3,1 4,8 2,9
Disgeusia (alteração do
paladar)
1,4 4,3 0,8
Comprometimento mental 1,4 5,0 1,3
Distúrbio da fala 1,1 2,7 0,5
Distúrbios
Oftalmológicos
Diplopia (visão dupla) 7,3 12,1 5,0
Visão turva 5,4 8,9 2,4
Distúrbio visual 2,0 1,4 0,3
Distúrbios
Gastrintestinais
Náusea 6,8 15,1 8,4
Diarreia 5,1 14,0 5,2
Dor abdominal superior 3,7 3,9 2,1
Constipação 3,7 3,2 1,8
Desconforto estomacal 3,1 3,2 1,3
Dispepsia 2,3 3,0 2,1
Boca seca 1,7 3,7 0,3
Dor abdominal 1,1 2,7 0,8
Distúrbios do Tecido
Musculoesquelético e do
Tecido Conjuntivo
Mialgia 2,0 2,5 1,3
Espasmos musculares 1,7 2,1 0,8
Dor torácica
musculoesquelética
1,1 1,8 0,3
Distúrbios Gerais e
Condições no Local da
Administração
Fadiga 13,0 30,7 11,8
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Irritabilidade 9,3 14,6 3,7
Astenia 3,4 3,0 1,8
Distúrbio da marcha 1,4 2,5 1,3
Investigações
Perda de peso 9,0 11,9 4,2
A dose recomendada para a terapia adjuvante de epilepsia em adultos é de 200-400 mg/dia
Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo, de terapia adjuvante para epilepsia –
Pacientes pediátricos
As reações adversas relatadas em > 2% dos pacientes pediátricos tratados com o topiramato (2 a 16 anos de
idade) em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia são apresentadas
na Tabela 2. As reações adversas com incidência > 5% no intervalo de dose recomendado (5 a 9 mg/kg/dia)
em ordem decrescente de frequência incluíram diminuição do apetite, fadiga, sonolência, letargia,
irritabilidade, distúrbio de atenção, perda de peso, agressão, erupção cutânea, comportamento anormal,
anorexia, distúrbio do equilíbrio e constipação.
Tabela 2: Reações Adversas a Medicamento Relatadas por ≥ 2% dos Pacientes Pediátricos Tratados com
o topiramato em Estudos Duplo-Cegos, Controlados por Placebo de Terapia Adjuvante para Epilepsia.
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
topiramato
(N=104)
%
Placebo
(N=102)
%
Distúrbios do Metabolismo e da
Nutrição
Diminuição do Apetite 19,2 12,7
Anorexia 5,8 1,0
Transtornos Psiquiátricos
Agressão 8,7 6,9
Comportamento Anormal 5,8 3,9
Estado Confusional 2,9 2,0
Humor Alterado 2,9 2,0
Transtornos do Sistema
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Nervoso
Sonolência 15,4 6,9
Letargia 13,5 8,8
Distúrbio de atenção 10,6 2,0
Distúrbio do equilíbrio 5,8 2,0
Tontura 4,8 2,9
Comprometimento da memória 3,8 1,0
Distúrbios Respiratórios,
Torácicos e Mediastinais
Epistaxe 4,8 1,0
Distúrbios Gastrintestinais
Constipação 5,8 4,9
Distúrbios do Tecido
Cutâneo e Subcutâneo
Erupção cutânea 6,7 5,9
Distúrbios Gerais e Condições
no Local da Administração
Fadiga 16,3 4,9
Irritabilidade 11,5 8,8
Distúrbio da marcha 4,8 2,0
Investigações
Perda de peso 9,6 1,0
A dose recomendada para a terapia adjuvante de epilepsia em crianças (2-16 anos de idade) é de 5 a 9 mg/kg/dia.
Dados dos estudos duplo-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia – Pacientes adultos
As reações adversas relatadas em ≥1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato em estudos duplocegos, controlados e de monoterapia para epilepsia são apresentadas na Tabela 3. As reações adversas que
apresentaram incidência > 5% na dose recomendada (400 mg/dia) em ordem decrescente de frequência
incluíram parestesia, perda de peso, fadiga, anorexia, depressão, comprometimento da memória, ansiedade,
diarreia, astenia, disgeusia e hipoestesia.
Tabela 3: Reações Adversas Relatadas por ≥ 1% dos Pacientes Adultos Tratados com o topiramato em
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Estudos Duplo-Cegos, Controlados de Monoterapia para Epilepsia.
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
Topiramato
50mg/dia
(N=257)
%
Topiramato
400mg/dia
(N=153)
%
Distúrbios do Sangue e do
Sistema Linfático
Anemia 0,8 2,0
Distúrbios do Metabolismo e da
Nutrição
Anorexia 3,5 12,4
Diminuição do apetite 2,3 2,6
Transtornos Psiquiátricos
Depressão 4,3 8,5
Ansiedade 3,9 6,5
Bradipsiquismo 2,3 4,6
Transtorno de linguagem
expressiva
3,5 4,6
Humor depressivo 0,8 2,6
Humor alterado 0,4 2,0
Alterações de humor 1,6 2,0
Transtornos do Sistema Nervoso
Parestesia 18,7 40,5
Comprometimento da memória 1,2 7,2
Disgeusia 2,3 5,9
Hipoestesia 4,3 5,2
Distúrbio do equilíbrio 1,6 3,3
Disartria 1,6 2,6
Distúrbio cognitivo 0,4 2,0
Letargia 1,2 2,0
Comprometimento mental 0,8 2,0
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Comprometimento das habilidades
psicomotoras
0 2,0
Sedação 0 1,3
Alteração do campo visual 0,4 1,3
Distúrbios Oftalmológicos
Olho seco 0 1,3
Distúrbios do Ouvido e do
Labirinto
Dor de ouvido 0 1,3
Zumbido 1,6 1,3
Distúrbios Respiratórios,
Torácicos e Mediastinais
Dispneia 1,2 2,0
Rinorreia 0 1,3
Distúrbios Gastrintestinais
Diarreia 5,4 6,5
Parestesia oral 1,2 3,3
Boca seca 0,4 2,6
Gastrite 0,8 2,6
Dor abdominal 1,2 2,0
Doença do refluxo gastroesofágico 0,4 2,0
Sangramento gengival 0 1,3
Distúrbios do Tecido Cutâneo e
Subcutâneo
Erupção cutânea 0,4 3,9
Alopecia 1,6 3,3
Prurido 0,4 3,3
Hipoestesia facial 0,4 2,0
Prurido generalizado 0 1,3
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Distúrbios do Tecido
Musculoesquelético e do Tecido
Conjuntivo
Espasmos musculares 2,7 3,3
Artralgia 1,9 2,0
Espasmos musculares
involuntários
0,4 1,3
Distúrbios Renais e Urinários
Nefrolitíase 0 2,6
Disúria 0,8 2,0
Polaciúria 0,8 2,0
Distúrbios do Sistema
Reprodutivo e das Mamas
Disfunção erétil 0,8 1,3
Distúrbios Gerais e Condições no
Local da Administração
Fadiga 15,2 14,4
Astenia 3,5 5,9
Irritabilidade 3,1 3,3
Investigações
Perda de peso 7,0 17,0
A dose recomendada para monoterapia em adultos é de 400 mg/dia.
Dados de estudos duplo-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia – Pacientes pediátricos
As reações adversas relatadas em ≥2% dos pacientes pediátricos tratados com o topiramato (10 a 16 anos de
idade) em estudos duplo-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia são apresentadas na Tabela 4. As
reações adversas com incidência > 5% na dose recomendada (400 mg/dia) em ordem decrescente de
frequência incluíram perda de peso, parestesia, diarreia, distúrbio de atenção, pirexia e alopecia.
Tabela 4: Reações Adversas Relatadas por ≥ 2% dos Pacientes Pediátricos Tratados com o topiramato
em Estudos Duplo-Cegos, Controlados de Monoterapia para Epilepsia.
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
Topiramato
50mg/dia
(N=77)
%
Topiramato
400mg/dia
(N=63)
%
Distúrbios do Metabolismo e da
Nutrição
Diminuição do apetite 1,3 4,8
Transtornos Psiquiátricos
Bradipsiquismo 0 4,8
Humor alterado 1,3 4,8
Depressão 0 3,2
Transtornos do Sistema
Nervoso
Parestesia 3,9 15,9
Distúrbio de atenção 3,9 7,9
Distúrbios do Ouvido e do
Labirinto
Vertigem 0 3,2
Distúrbios Respiratórios,
Torácicos e Mediastinais
Epistaxe 0 3,2
Distúrbios Gastrintestinais
Diarreia 3,9 9,5
Vômitos 3,9 4,8
Distúrbios do Tecido Cutâneo e
Subcutâneo
Alopecia 0 6,3
Distúrbios Gerais e Condições
no Local da Administração
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Pirexia 0 6,3
Astenia 0 4,8
Investigações
Perda de Peso 7,8 20,6
Circunstâncias Sociais
Dificuldade de aprendizado 0 3,2
A dose recomendada para monoterapia em crianças de 10 anos ou mais é de 400 mg/dia.
Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo, de profilaxia de enxaqueca – Pacientes adultos
As reações adversas relatadas em ≥1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato em estudos
duplocegos, controlados por placebo de profilaxia de enxaqueca são apresentadas na Tabela 5. As reações
adversas com incidência > 5% na dose recomendada (100 mg/dia) em ordem decrescente de frequência
incluíram parestesia, fadiga, náusea, diarreia, perda de peso, disgeusia, anorexia, diminuição do apetite,
insônia, hipoestesia, distúrbio de atenção, ansiedade, sonolência, e transtorno de linguagem expressiva.
Tabela 5: Reações Adversas Relatadas por ≥ 1% dos Pacientes Adultos Tratados com o topiramato em
Estudos Duplo-Cegos, Controlados por Placebo de Profilaxia de Enxaqueca.
Classe de
Sistema/Órgão
Reação Adversa
topiramato
50 mg/dia
(N=227)
%
topiramato
100 mg/dia
(N=374)
%
topiramato
200 mg/dia
(N=501)
%
Placebo
(N=436)
%
Distúrbios do
Metabolismo e da
Nutrição
Anorexia 3,5 7,5 7,2 3,0
Diminuição do apetite 5,7 7,0 6,8 3,0
Transtornos
Psiquiátricos
Insônia 4,8 7,0 5,6 3,9
Ansiedade 4,0 5,3 5,0 1,8
Distúrbio de linguagem
expressiva
6,6 5,1 5,2 1,4
Depressão 3,5 4,8 7,4 4,1
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Humor depressivo 0,4 2,9 2,0 0,9
Estado confusional 0,4 1,6 2,0 1,1
Alterações de humor 1,8 1,3 1,0 0,2
Labilidade de afeto 0,4 1,1 0,2 0,2
Bradipsiquismo 1,8 1,1 3,4 1,4
Transtornos do
Sistema
Nervoso
Parestesia 35,7 50,0 48,5 5,0
Disgeusia 15,4 8,0 12,6 0,9
Hipoestesia 5,3 6,7 7,4 1,4
Distúrbio de atenção 2,6 6,4 9,2 2,3
Sonolência 6,2 5,1 6,8 3,0
Comprometimento da
memória
4,0 4,5 6,2 1,6
Amnésia 3,5 2,9 5,2 0,5
Tremor 1,3 1,9 2,4 1,4
Distúrbio do equilíbrio 0,4 1,3 0,4 0
Comprometimento
mental
0,4 1,1 1,8 0,9
Distúrbios
Oftalmológicos
Visão turva 4,0 2,4 4,4 2,5
Distúrbios do Ouvido e
do Labirinto
Zumbido 0,4 1,3 1,6 0,7
Distúrbios
Respiratórios,
Torácicos e
Mediastinais
Dispneia 1,3 2,7 1,6 1,4
Epistaxe 0,4 1,1 0,6 0,5
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Distúrbios
Gastrintestinais
Náusea 9,3 13,6 14,6 8,3
Diarreia 9,3 11,2 10,0 4,4
Boca seca 1,8 3,2 5,0 2,5
Parestesia oral 1,3 2,9 1,6 0,5
Constipação 1,8 2,1 1,8 1,4
Distenção abdominal 0 1,3 0,2 0,2
Desconforto estomacal 2,2 1,3 1,0 0,2
Doença do refluxo
gastroesofágico
0,4 1,1 1,2 0,5
Distúrbios do Tecido
Musculoesquelético e
do Tecido Conjuntivo
Espasmos musculares
involuntários
1,8 1,3 1,8 0,7
Distúrbios Gerais e
Condições no Local da
Administração
Fadiga 15,0 15,2 19,2 11,2
Astenia 0,9 2,1 2,6 0,5
Irritabilidade 3,1 1,9 2,4 0,9
Sede 1,3 1,6 1,0 0,5
Investigações
Perda de peso 5,3 9,1 10,8 1,4
A dose recomendada para profilaxia de enxaqueca é de 100mg/dia
Outros Dados de Estudos Clínicos - pacientes adultos
As reações adversas relatadas em estudos clínicos duplo-cegos controlados em < 1% dos pacientes adultos
tratados com o topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos em pacientes adultos tratados com
o topiramato são apresentadas a seguir.
- Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático: leucopenia, linfadenopatia, trombocitopenia;
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
- Distúrbios do Sistema Imunológico: hipersensibilidade;
- Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição: acidose hiperclorêmica, hipocalemia, aumento do apetite, acidose
metabólica, polidipsia;
- Transtornos Psiquiátricos: comportamento anormal, anorgasmia, apatia, choro, distração, distúrbio no desejo
sexual, disfemia (“gagueira”), despertar precoce, humor elevado, humor eufórico, afeto embotado, alucinação,
alucinação auditiva, alucinação visual, hipomania, insônia inicial, ausência de fala espontânea, diminuição da
libido, apatia, perda de libido, mania, insônia de manutenção, sensação orgásmica diminuída, ataque de
pânico, distúrbio do pânico, reação de pânico, paranoia, perseveração, distúrbio de leitura, inquietação,
distúrbio do sono, ideação suicida, tentativa de suicídio, choro excessivo, pensamento anormal;
- Transtornos do Sistema Nervoso: ageusia, acinesia, anosmia, afasia, apraxia, aura, sensação de queimação,
síndrome cerebelar, distúrbio do ritmo circadiano do sono, falta de coordenação motora,
crises parciais complexas, convulsões, nível de consciência diminuída, tontura postural, hipersecreção salivar,
disestesia, disgrafia, discinesia, disfasia, distonia, tremor essencial, formigamento, convulsão do tipo grande
mal, hiperestesia, hipersônia, hipogeusia, hipocinesia, hiposmia, neuropatia periférica, parosmia, sono de
baixa qualidade, pré-síncope, fala repetitiva, distúrbio sensorial, perda sensorial, estupor (diminuição da
reação aos estímulos do ambiente), síncope, não-responsividade a estímulo;
- Distúrbios Oftalmológicos: distúrbio de acomodação, percepção de profundidade visual alterada, ambliopia,
blefarospasmo, cegueira transitória, cegueira unilateral, glaucoma, lacrimação aumentada, midríase, cegueira
noturna, fotopsia, presbiopia, escotoma cintilante, escotoma, acuidade visual reduzida;
- Distúrbios do Ouvido e do Labirinto: surdez, surdez neurossensorial, surdez unilateral, desconforto no
ouvido, audição comprometida;
- Distúrbios Cardíacos: bradicardia, bradicardia sinusal, palpitações;
- Distúrbios Vasculares: rubor, ondas de calor, hipotensão ortostática (pressão baixa), fenômeno de
Raynauds;
- Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais: disfonia, dispneia de exercício, congestão nasal,
hipersecreção sinusal paranasal;
- Distúrbios Gastrintestinais: desconforto abdominal, dor abdominal inferior, sensibilidade abdominal, hálito
com odor, desconforto epigástrico, flatulência, glossodinia, hipoestesia oral, dor oral, pancreatite,
hipersecreção salivar;
- Distúrbios do Tecido Cutâneo e Subcutâneo: anidrose, dermatite alérgica, eritema, erupção cutânea macular,
descoloração da pele, odor anormal da pele, rosto inchado, urticária, urticária localizada.
- Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo: dor no flanco, fadiga muscular,
fraqueza muscular, rigidez musculoesquelética;
- Distúrbios Renais e Urinários: cálculo uretérico, cálculo urinário, hematúria, incontinência, urgência
urinária, cólica renal, dor renal, incontinência urinária;
- Distúrbios do Sistema Reprodutivo e das Mamas: disfunção sexual;
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
- Distúrbios Gerais: Edema facial, sensação anormal, sensação de estar bêbado, sensação de nervosismo, malestar, frio periférico, lentidão;
- Investigações: bicarbonato sanguíneo diminuído, cristais presentes na urina, teste de marcha em tandem
anormal, contagem de leucócitos diminuída.
Outros Dados de Estudos Clínicos – pacientes pediátricos
As reações adversas relatadas em estudos clínicos duplo-cegos controlados em < 2% dos pacientes
pediátricos tratados com o topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos em pacientes
pediátricos tratados com o topiramato são apresentadas a seguir.
- Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático: eosinofilia, leucopenia, linfadenopatia, trombocitopenia;
- Distúrbios do Sistema Imunológico: hipersensibilidade;
- Distúrbios Metabólicos e da Nutrição: acidose hiperclorêmica, hipocalemia, aumento do apetite;
- Transtornos Psiquiátricos: raiva, apatia, choro, distração, transtorno da linguagem de expressão, insônia
inicial, insônia, insônia de manutenção, alterações de humor, perseveração, distúrbio do sono, ideação suicida,
tentativa de suicídio;
- Transtornos do Sistema Nervoso: distúrbio no ritmo circadiano do sono, convulsão, disartria, disgeusia,
convulsão do tipo grande mal, hipoestesia, comprometimento mental, nistagmo, parosmia, sono de baixa
qualidade, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras comprometidas, síncope, tremores;
- Distúrbios Oftalmológicos: diplopia (visão dupla), lacrimação aumentada, visão turva;
- Distúrbios do Ouvido e do Labirinto: dor de ouvido;
- Distúrbios Cardíacos: palpitações, bradicardia sinusal;
- Distúrbios Vasculares: hipotensão ortostática (pressão baixa);
- Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais: congestão nasal, hipersecreção sinusal paranasal,
rinorreia;
- Distúrbios Gastrintestinais: desconforto abdominal, dor abdominal, boca seca, flatulência, gastrite,
doença do refluxo gastroesofágico, sangramento gengival, glossodinia, pancreatite, parestesia oral,
desconforto estomacal;
- Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo: artralgia, rigidez musculoesquelética,
mialgia;
- Distúrbios Renais e Urinários: incontinência, urgência urinária, polaciúria;
- Distúrbios Gerais: sensação anormal, hipertermia, mal-estar, lentidão.
Dados Pós-Comercialização
Os eventos adversos primeiramente identificados como reações adversas durante a experiência póscomercialização com o topiramato estão a seguir por categoria de frequência com base nas taxas de relatos
espontâneos.
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Infecções e infestações: nasofaringite;
- Distúrbios do sangue e do sistema linfático: neutropenia;
- Distúrbios do sistema imunológico: edema alérgico;
- Distúrbios do metabolismo e da nutrição: hiperamonemia, encefalopatia hiperamonêmica;
- Transtornos psiquiátricos: sensação de desespero;
- Distúrbios oculares: sensação anormal nos olhos, glaucoma de ângulo fechado, edema conjuntival,
distúrbio do movimento ocular, edema na pálpebra, maculopatia, miopia;
- Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: tosse;
- Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: eritema multiforme, edema periorbital, síndrome de StevensJohnson, necrólise epidérmica tóxica;
- Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo: inchaço articular, desconforto em membro;
- Distúrbios renais e urinários: acidose tubular renal, nefrocalcinose;
- Distúrbios gerais e reações no local da administração: edema generalizado, doença do tipo gripe;
- Investigações: aumento de peso.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Se, acidentalmente, você tomar uma dose muito grande de topiramato, procure imediatamente o seu médico.
Os sinais e sintomas de uma dose excessiva de topiramato são: convulsão, sonolência, distúrbio da fala, visão
borrada, diplopia (visão dupla), atividade mental prejudicada, letargia, coordenação anormal, estupor
(diminuição da reação aos estímulos do ambiente), hipotensão (pressão baixa), dor abdominal, agitação,
tontura e depressão. Acidose metabólica severa também pode ocorrer.
Em caso de superdose, o topiramato deve ser descontinuado e deve ser administrado tratamento de suporte
geral até que a toxicidade clínica tenha diminuído ou resolvido. A hemodiálise é um método eficaz para a
retirada do topiramato do organismo. É importante manter a pessoa bem hidratada.
É aconselhável entrar em contato com um centro de controle de intoxicação para obter as recomendações
mais recentes para o gerenciamento de uma superdose.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III- DIZERES LEGAIS
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topiramato – Bula do paciente / Versão 05
Nº de Registro M.S. 1.5651.0031
Farmacêutica Responsável: Leticia Azadinho Amorim
CRF RJ Nº 18465
Fabricado por:
CADILA HEALTHCARE LIMITED.
Sarkhej-Bavla N.H. N° 8 A – Moraiya,
Tal: Sanand, Ahmedabad
382 210 – Índia
Mfg. Lic Nº G/1486
Importado por:
ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA.
Estrada Governador Chagas Freitas, 340
Ilha do Governador – Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 05.254.971/0001-81
SAC: 0800 282 11 27
www.zydusnikko.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 08/11/2018.

Bulário do produto

Para pesquisar a bula do produto acesse o link abaixo:

http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/index.asp

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